Um homem de 31 anos foi preso pela Polícia Militar na tarde de sábado (29), em S
Um homem de 31 anos foi preso pela Polícia Militar na tarde de sábado (29), em Sinop (a 500 km de Cuiabá), suspeito de cometer estupros, sequestrar e manter um
Um homem de 31 anos foi preso pela Polícia Militar na tarde de sábado (29), em Sinop (a 500 km de Cuiabá), suspeito de cometer estupros, sequestrar e manter um taxista em cárcere privado e roubar o veículo da vítima. Contra ele também havia um mandado de prisão em aberto por crimes de roubo, estupro e falsa identidade. De acordo com o boletim de ocorrência, equipes do 11º Batalhão da Polícia Militar receberam informações do Núcleo de Polícia Militar de Marcelândia de que o suspeito, apontado como responsável por dois estupros ocorridos no distrito de Analândia, teria fugido em direção a Sinop.
Conforme as informações repassadas à PM, após os crimes sexuais, o homem teria abordado um taxista utilizando uma arma branca. A vítima teria sido amarrada e mantida presa dentro do próprio veículo.
Na sequência, o suspeito teria roubado o automóvel e os pertences pessoais do taxista e seguido com o veículo até Sinop. Ao chegar à cidade, ele teria abandonado o carro nas proximidades da Avenida André Maggi.
Posteriormente, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu informações de que um homem com características semelhantes às do suspeito estaria tentando invadir residências na região do bairro Boa Esperança.
Com base nas informações, os militares intensificaram as buscas e localizaram o suspeito nas proximidades do Machado Econômico. Ele foi abordado e detido.
Ainda segundo o boletim, durante a identificação e entrevista policial, o homem teria confessado a prática de alguns crimes, entre eles o estupro de uma menor de idade.
Durante a checagem dos dados, os policiais também constataram que havia um mandado de prisão em aberto contra o suspeito, relacionado aos crimes de roubo, estupro e falsa identidade.
O homem foi encaminhado à delegacia, onde ficou à disposição da Polícia Civil para as providências cabíveis. O caso segue sob investigação.